O mantra Ho’oponopono

A prática do ho’oponopono não requer muitos ensinamentos, mas serve para purificar o próprio corpo e se livrar de memórias ou sentimentos ruins, que prendem a mente em uma sintonia negativa. Por trás de toda situação, todo acontecimento e todo encontro que ocorre na vida, uma memória é guardada. A finalidade do Ho’oponopono é liberar as memórias que possam impor obstáculos na vida da pessoa ou ser fonte de dor, pesar ou sofrimento.

A prática moderna do ho’oponopono é composta por quatro frases principais:

Sinto muito; Me perdoe; Eu te amo; Sou grato.

Quando você diz ‘Sinto Muito’ está assumindo a responsabilidade pelos seus atos e pensamentos e demonstrando a sua vontade de mudar. Quando diz ‘Me Perdoe’, mostra-se arrependido pelo que já pode ter causado de mal e inicia-se o processo de limpeza. Com ‘Eu te amo’ você confirma a energia positiva do processo, transmutando a energia bloqueada dos maus pensamentos e memórias para uma energia fluida que será liberada de você. Por fim, quando diz ‘Sou grato’ expressa a gratidão e a fé que você tem neste processo de cura e libertação, agradecendo à Divindade por ele.

O que é ho’oponopono

É um método de autocura de origem havaiana que libera as energias tóxicas dos pensamentos dolorosos, padrões e crenças limitantes, gravados em nosso inconsciente, que se repetem frequentemente causando bloqueios e desequilíbrios em nossa vida. Você tem a oportunidade de curar sua vida e eliminar essas memórias que estão enraizadas em sua essência. Venha promover mudanças permanentes, abrindo espaço para abundância, plenitude e paz interior. Continue lendo

O que é Japamala

Japamala é um cordão sagrado feito de contas, usado para ajudar o praticante de meditação a entrar no estado meditativo. No yoga e no hinduísmo, possui em geral 108 contas ou divisores (54 ou 27). Em algumas linhas do budismo, possui ainda 3 marcadores, totalizando 111 contas.

Japamala ou “Mala” é uma palavra sânscrita que tem como raiz (jap) que significa “sussurrar, ou murmurar”. “Mala” significa cordão de energia ou cordão de contas. (Contas são as bolinhas do Japamala).

Tradição milenar

Na tradição indiana, a confecção dos japamalas geralmente é feita com sementes de rudraksha. Para “tropicalizar” a tradição milenar indiana e tornar o japamala algo mais acessível à realidade e cultura Brasileira, é possível encontrar japamalas confeccionados com sementes de açaí. São as sementes obtidas pelo fruto do Açaizeiro, a mesma árvore que nos presenteia com o delicioso açaí! O açaí é reconhecido por suas propriedades medicinais e sempre foi utilizado pelas populações indígenas da floresta amazônica por seus poderes de cura, além de alimento. No Brasil, além de muito utilizado na culinária dos povos da região Norte, também é fonte diversificada de matéria-prima para a confecção de artesanatos.

O poder de um Japamala

Japamala é um cordão sagrado feito de contas, usado para ajudar o praticante de meditação a entrar no estado meditativo. No yoga e no hinduísmo, possui em geral 108 contas ou divisores (54 ou 27). Em algumas linhas do budismo, possui ainda 3 marcadores, totalizando 111 contas. Japamala ou “Mala” é uma palavra sânscrita que tem como raiz (jap) que significa “sussurrar, ou murmurar”. “Mala” significa cordão de energia ou cordão de contas. (Contas são as bolinhas do Japamala).

Quanto mais você utilizar o Japamala, mais ele será imantando com sua própria energia. Utilizando de modo apropriado, ele chegará a se converter em poderoso amuleto, ou talismã, que lhe trará sorte, saúde, proteção, prosperidade, felicidade, consciência e realização espiritual. O uso aumenta nosso poder de comunicação espiritual, elevando a consciência, promovendo a cura, soluciona problemas. Ao recitar os mantras atingimos á proteção e direção espiritual, lembrando que a respiração deve ser lenta e profunda.

Mais que um mero colar, o Japamala é uma forma de comunhão com o aspecto divino-consciente da existência. Sua origem remonta ao 3º milênio antes de Cristo, na região que hoje conhecemos como Índia. Para budistas tibetanos, o Mala é uma ferramenta que ajuda a focar a mente. Usa-se o Mala para recitar mantras e orações, você o imbui da energia dessas preces tornando-o um objeto sagrado, símbolo de bênçãos e de proteção. A repetição desses sons sagrados abre o coração para o amor e a compaixão.

Como usar um Japamala

Maneira correta de segurar o Japamala

Entre as diversas maneiras de segurar o mala a forma tradicional na Yoga é segurá-la com a mão direita entre os dedos médio e polegar. O polegar é usado para ir movimentando a mala. O dedo indicador não encosta na mala pois geralmente representa o ego na tradição yogi.

A prática começa na primeira conta da mala, localizada ao lado do Meru (conta maior principal). A cada mantra repetido, movem-se os dedos para a conta seguinte, até que a última conta antes do meru seja alcançada. O meru nunca é ultrapassado. Para se fazer mais do que uma volta, tradicionalmente deve-se prosseguir no sentido inverso.

Por que o número 108 nos Japamalas?

O número “108” é considerado um número sagrado: o alfabeto sânscrito possui 54 letras-fonemas femininos e 54 letras-fonemas masculinos, resultando em 108 fonemas no total. Ao se completar o ciclo de 108 repetições, seja de uma oração, de uma invocação ou de um mantra, alcança-se um estágio superior na consciência: a mente transcende a matéria e acessa os níveis que nós chamamos de “transe”, no ocidente.

O Japamala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições. O número “108” é considerado um número sagrado, por diversas razões matemáticas, físicas e metafísicas. Para ter uma ideia, este número é produto de operações matemáticas simples e precisas.

O alfabeto sânscrito possui 54 letras ou fonemas femininos e 54 que são chamados masculinos, resultando em 108 fonemas. O número nove é considerado um número sagrado para os Hindus, 1 + 0 + 8 = 9. O “108″ na astrologia, com seus 9 planetas e 12 casas ( 9×12 =108); na astronomia, que mede o diâmetro do Sol como sendo 108 vezes o diâmetro da Terra.

Significado do Japamala o Terço Budista

Um Japamala nada mais é que um cordão de contas usado para repetir mantras (orações em Sânscrito) sempre são de 108 contas ou suas divisões 54, 27 e 18 contas. A maior conta do Japamala ou meru é onde se inicia e termina as repetições. O Japamala é uma poderosa ferramenta muito antiga, criada para manter a mente focada na pratica da meditação.

As semente

s do Japamala também são conhecidos como contas de oração, contas de rosário e contas de mantras. Mais de dois terços da população mundial empregam algum tipo de contas de oração como part e de sua prática espiritual. O uso de contas em oração parece ter-se originado em torno do século VIII aC. na Índia.

As contas do japamala são tipicamente feitos de materiais diferentes, e as propriedades das contas são tidas como tendo efeitos energéticos específicos. Diferentes práticas espirituais e tradições religiosas historicamente usaram contas de um material específico.

“Japa” é uma palavra em sânscrito que vem da raiz verbal “jap”, que significa “murmurar, sussurrar”. “Japa” é a prática feita pelos yogis na repetição em tom de murmúrio de mantras. Japamala foi adotada em outras línguas como o uso e popularidade das contas de oração que se tornarem populares. Quando os romanos invadiram a Índia, eles confundiram japa com jap, a palavra latina para rosa. Ao retornar a Roma, o japamala foi referido como rosário e mais tarde tornou-se conhecido como rosário em Inglês.

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